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Sinttel promove debate para discutir os impactos da Reforma Trabalhista e Previdenciária

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Redação  13/05/2019

Na última sexta-feira (10), o Sinttel promoveu o Seminário “As reformas e seus reflexos: Trabalhista e Previdenciária. O evento reuniu palestrantes para analisar e debater a atual conjuntura econômica e social no Brasil, assim como os impactos na saúde e na vida dos trabalhadores. Participaram ainda entidades representativas do setor privado e lideranças sindicais.

O painel da manhã começou com a auditora do trabalho, Ísis Freitas, falando sobre a atuação na fiscalização do trabalho no setor de teleatendimento. “O mercado de trabalho passa por uma nova composição e as instituições regulatórias vão ter novos desafios a partir de agora”, pontuou Ísis. 

Ainda no período da manhã, tivemos o juiz do trabalho titular da 12º Vara e doutor em ciência política pela UFPE, Hugo Melo. Segundo ele, a reforma trabalhista foi levada a efeito para eliminar qualquer possibilidade de reação da classe trabalhadora em face da exploração dos patrões. “Estamos num ambiente sindical e é preciso refletir sobre o papel do sindicato e da Justiça do Trabalho. As pautas dos negros, LGBT e das mulheres precisam estar vinculadas a luta de classes. Os sindicatos precisam retomar o trabalho de base e outras coisas que foram abandonadas”, analisou. 

No painel da tarde, o professor da UFPE, mestre em educação e ex-deputado federal, Paulo Rubem, debateu com os trabalhadores os impactos que a reforma da previdência proposta pelo Governo Bolsonaro promoverá na vida dos trabalhadores, caso seja aprovada pelo Congresso Nacional. “Não podemos analisar a situação sem um estudo detalhado das condições socioeconômicas das populações que serão mais atingidas por esta reforma. Neste momento, de ataques aos direitos sociais é muito importante o movimento sindical aprofundar a compreensão dos trabalhadores”, avaliou.

A deputada federal Marília Arraes (PT-PE) também participou do seminário e intensificou o debate falando sobre o pacote de maldades defendido pelo atual governo que ameaça os direitos e conquistas da população mais carente.